No ano de 2021, o setor do agronegócio exportou, em produtos, o valor aproximado de 103 milhões de dólares. Isso corresponde a mais de 40% das exportações do período considerado (janeiro a outubro). Mesmo com o excelente desempenho no cenário econômico, o cenário de competitividade crescente aliado a pandemia da COVID-19 causou forte impacto sobre os custos de produção, insumos e transporte. 

 

Aprendemos bastante com este período crítico. Entendemos que não há saída sem a colaboração entre diferentes setores. Crescimento econômico sem cuidado com a saúde da comunidade é insustentável. Ao mesmo tempo, para podermos avançar rumo a um cenário mais favorável ao agronegócio, precisamos de tecnologia, competitividade e previsibilidade.

 

Algumas das dificuldades estruturais que os produtores do agronegócio enfrentaram nesse contexto (e ainda enfrentam). estão relacionadas à questão energética brasileira. Isso porque existe um déficit na capacidade de fornecimento de energia no país, especialmente para as áreas rurais mais distantes – exatamente onde se encontram esses produtores.

 

Por falta de infraestrutura, as áreas rurais ficam sem estabelecer um ponto de contato com as concessionárias de energia elétrica da sua região. Isso impede, por exemplo, que sistemas de irrigação – extremamente importantes para a modernização do campo – sejam instalados, limitando a capacidade produtiva dos agricultores.

 

Além disso, mesmo onde há pontos de conexão, muitas vezes a energia elétrica que chega até esses produtores é de má qualidade. Como consequência, quedas de energia são frequentes, impactando diretamente nas operações.

 

É o caso dos produtores de leite. Quando a sua matéria prima entra em processo de produção, se houver uma queda de energia, toda a operação é interrompida e o leite jogado fora. Assim, a indústria precisa parar as máquinas, lavá-las e recomeçar o processo com uma nova matéria prima. Tempo, matéria prima e energia são desperdiçados pelo fornecimento inadequado de energia elétrica.

 

Como solução, muitos produtores do agronegócio optam por usar geradores a diesel. Contudo, as desvantagens também estão presentes. O alto custo do combustível fóssil impacta nos custos da produção, elevando-o.

 

Além disso, o diesel também é extremamente poluente, porque emite gases que contribuem para o efeito estufa e aquecimento global, além de serem nocivos à saúde da comunidade que vive ao redor desses geradores.

 

De acordo com o Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SEEG), demonstrou que o agronegócio é responsável por 72% das emissões de gases estufa no país. Neste sentido, o aumento necessário da oferta de energia elétrica no setor deve ser aliado com iniciativas inovadoras que consigam entregar eficiência energética e sustentabilidade.

 

Aliar estes dois mundos não é tarefa fácil. Muito trabalho, pesquisa e desenvolvimento. No entanto, nós do Grupo Moura somos apaixonados por desafios e inovação. Foi pensando nisso que criamos o Moura Bess (Battery Energy Storage Systems), o sistema inteligente de acumulação de energia, para atender diversas necessidades onde e quando necessário.

 

O Moura BESS é uma solução para aumento de competitividade dos agronegócios brasileiros a partir da redução dos custos operacionais com energia elétrica. Também é uma solução técnica para melhoria da qualidade e confiabilidade energética, inclusive em operações não conectadas à rede já que, quando associado a fontes renováveis de geração de energia, viabiliza o crescimento de operações rurais limitadas pela demanda ofertada pela distribuidora local de energia. 

Além disso, o Moura BESS não emite gases nocivos ao meio ambiente, tornando-se uma opção mais viável do que os geradores a diesel. Por ser modular e flexível, contempla operações de pequeno, médio e grande porte, acompanhando o crescimento do seu empreendimento.

“Os sistemas de armazenamento entregam inteligência e autonomia na gestão da energia. Terão um papel transformador no mercado energético, com a mesma amplitude dos smartphones para o mercado de telecomunicações. Não estamos oferecendo uma solução enlatada. O time da Moura hoje é capaz de elaborar todo o projeto do cliente, estabelecendo uma análise completa de sua demanda e uso energético.  E, uma vez instalado, atuamos na gestão permanente dos sistemas, auferindo os resultados e encontrando oportunidades de melhoria no desempenho”, destaca o diretor Geral Comercial de Baterias Industriais e Armazenamento de Energia do Grupo Moura, Luiz Mello.

Ainda de acordo com Mello, “A Moura está pronta para o atendimento das demandas de todos as aplicações, sintonizada no movimento de utilização global de energia limpa, mitigando impactos ao meio ambiente, viabilizando cada vez mais o uso de energias renováveis inclusive em sistemas isolados, como é o caso de Roraima. Estamos à disposição dos empreendedores para dispor da Energia MOURA em seus projetos.”

Portanto, nós da Moura estamos prontos para atender às necessidades do agronegócio e dispostos a colaborar com nossa expertise para facilitar e otimizar operações. Contamos com uma equipe especializada para avaliar e atender as necessidades dos nossos clientes e garantimos qualidade, eficiência e sustentabilidade que só a maior empresa de acumuladores de energia da américa latina pode oferecer.

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