Uma das maiores janelas de aprendizagem do ser humano se abre no nascimento e segue até os seis anos de idade. É a chamada Primeira Infância. Há estudos mundiais, vencedores do Prêmio Nobel de Economia (James Heckman, em 2000) inclusive, que mostram que investir em projetos e ações de desenvolvimento infantil para essa fatia da população pode levar a um aumento significativo na renda de um País no longo prazo, além de promover a redução de desigualdades sociais. Diante de tamanha importância, o Instituto Conceição Moura decidiu incluir na sua área de atuação a primeira infância. A partir de 2020, serão traçadas iniciativas com o objetivo de alcançar esse público.

O trabalho com a Primeira Infância irá se somar aos projetos já desenvolvidos – e reconhecidos em cinco anos de atuação – pelo Instituto Conceição Moura de Formação de Jovens e Engajamento Social. “Fizemos uma reflexão estratégica. Após 5 anos que foram maravilhosos para o Instituto Conceição Moura, onde conseguimos contribuir com mudança efetiva na vida de muitos jovens, e enxergar o retorno e a aceitação das comunidades, chegou o momento de dirigir parte de nossa atenção às crianças de até seis anos. Estamos desenhando as estratégias para esses novos projetos”, comentou a presidente do Instituto Conceição Moura, Taciana Moura.

“Está provado pela ciência que o período de vida dos 0 até seis anos de idade é essencial para um bom desenvolvimento nos seres humanos. Pensando nisso, queremos atuar nesse momento tão rico de aprendizados, participando das primeiras experiências dessas crianças e famílias”, reforçou a coordenadora executiva do Instituto Conceição Moura, Gabriela Monteiro.

Somente em 2019, o Instituto Conceição Moura investiu R$ 2,86 milhões em 12 projetos que alcançaram cerca de 27 mil pessoas de Belo Jardim. Além disso, contabiliza 1.300 jovens engajados diretamente nas iniciativas que totalizaram mais de 2.240 horas de atividades, junto com 25 parceiros.