Como as baterias de lítio da Moura ajudam a evitar furtos em sites remotos de telecomunicações
Escrito por: Baterias Moura

A expansão da conectividade e o avanço das redes 4G e 5G no Brasil exigem um número crescente de sites remotos de telecomunicação. Esses locais são responsáveis por garantir a continuidade do sinal, especialmente em regiões afastadas dos grandes centros. Contudo, essa capilaridade traz desafios logísticos e, sobretudo, de segurança patrimonial.
Relatórios de operadoras apontam que o furto de baterias estacionárias está entre os crimes mais recorrentes nesses sites. Os prejuízos vão além do custo do equipamento: envolvem o deslocamento de equipes para reposição, interrupção dos serviços, multas regulatórias e a perda de confiança do usuário final.
O problema tem escalado a ponto de justificar mudanças tecnológicas que tornem os equipamentos menos atrativos ou mais difíceis de serem removidos. Nesse contexto, baterias com conexões soldadas têm ganhado destaque.
O papel das baterias estacionárias de lítio na continuidade operacional
Baterias estacionárias fornecem energia de backup para sites de telecomunicações. Elas entram em operação automaticamente quando ocorre uma falha na rede elétrica, garantindo que switches, transmissores e roteadores continuem funcionando sem interrupções.
A tecnologia de lítio tem sido amplamente utilizada em aplicações onde características como leveza, compacidade, monitoramento avançado e baixa manutenção são desejáveis. Em particular, sua aplicação em sites remotos oferece vantagens como:
- Maior densidade energética, resultando em mais autonomia com menor volume;
- Peso reduzido, facilitando o transporte e a instalação em locais de difícil acesso;
- Baixa necessidade de manutenção, ideal para áreas com visitas técnicas espaçadas;
- Compatibilidade do BMS com controladoras, permitindo o monitoramento de dados de desempenho e integridade da bateria.
É importante destacar que a Moura oferece diferentes tecnologias — incluindo soluções com chumbo-ácido e lítio — para atender às necessidades específicas de cada aplicação, seja em ambientes urbanos ou remotos, com diferentes perfis de carga e exigências operacionais.

Conexões parafusadas vs. conexões soldadas: qual a diferença?
As conexões internas entre células são um aspecto técnico frequentemente negligenciado, mas que influencia diretamente o desempenho e a segurança da bateria. Há dois métodos principais: conexões parafusadas (com fixadores metálicos) e conexões soldadas (com solda de fusão metálica).
Tabela comparativa detalhada:
| Critério | Conexões Soldadas (Moura) | Conexões Parafusadas Tradicionais |
|---|---|---|
| Resistência elétrica | Baixa (condutividade constante) | Alta (varia com o aperto e oxidação) |
| Tolerância à vibração | Alta (junções fixas e estáveis) | Baixa (afrouxamento com o tempo) |
| Dissipação térmica | Eficiente (área de contato maior) | Limitada (focos de aquecimento) |
| Necessidade de manutenção | Quase nula | Reapertos e inspeções periódicas |
| Confiabilidade em alta corrente | Elevada | Sujeita a quedas de tensão |
| Peso | Reduzido (sem fixadores extras) | Aumentado |
| Tempo para desmontagem | Longo (exige ferramentas especiais) | Curto (ferramentas manuais simples) |
Além da eficiência elétrica, a maior contribuição das conexões soldadas é na segurança física da bateria, tema cada vez mais crítico no setor.
Segurança como diferencial competitivo: como a Moura reduz o risco de furtos
- A importância da dificuldade de remoção
Furtos em sites remotos de telecomunicação geralmente são realizados em poucos minutos. Conexões parafusadas podem ser desfeitas com ferramentas simples, como chaves de boca ou catracas portáteis. Já uma conexão soldada exige:
- Equipamento de corte industrial ou ferro de solda potente;
- Tempo consideravelmente maior para remoção;
- Conhecimento técnico específico.
Esses fatores desestimulam a ação criminosa, principalmente quando o local não oferece cobertura e tempo suficientes para a operação.
- Integridade do sistema e valor de revenda
Ao remover uma bateria com conexões soldadas, o sistema perde sua integridade estrutural. Isso significa que:
- O item não pode ser reinstalado facilmente;
- A revenda no mercado paralelo é comprometida, já que a bateria perde funcionalidade sem um retrabalho especializado;
- A adulteração deixa marcas visíveis, facilitando a rastreabilidade em inspeções futuras.
- Casos práticos e retorno sobre o investimento (ROI)
Estudos internos mostram que operadoras que migraram para baterias com conexões soldadas:
- Reduziram em mais de 70% os registros de furto nos sites contemplados;
- Diminuição de visitas técnicas de manutenção em até 60%;
- Recuperaram o investimento na tecnologia em menos de 18 meses, quando considerado o custo de reposição, logística e interrupções.
A Moura se antecipa aos desafios do setor
Diante do cenário atual de crescimento da rede e aumento dos riscos, a adoção de baterias com tecnologias mais seguras e duráveis deixa de ser um diferencial e passa a ser uma exigência operacional.
A Moura, ao investir em conexões soldadas, monitoramento eletrônico e células de alto desempenho, entrega ao setor de telecom uma solução que une performance, confiabilidade e segurança patrimonial.
Com um portfólio completo e adaptável, a Moura está preparada para entregar a melhor tecnologia — seja em lítio ou chumbo-ácido — de acordo com as características e desafios de cada operação.
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- Detalhes sobre o modelo 48MLF100 e sua aplicação;
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